O Futuro dos Discos de Vinil

Publicado em 06/04/2010 - Por

Mídia fundamental para o desenvolvimento da música eletrônica, o vinil, que teve sua morte decretada várias vezes nos útlimos anos, resistiu bravamente e, ao que tudo indica, sua indústria está ressurgindo das cinzas.Mídia fundamental para o desenvolvimento da música eletrônica, o vinil teve sua morte decretada várias vezes nos útlimos anos. No entanto, ele resistiu bravamente e, ao que tudo indica, sua indústria está ressurgindo das cinzas. Primeiro, a Polysom, única fábrica da América Latina, anunciou no início do ano que voltaria a fabricar vinis de alta qualidade. Em seguida, encontro este vídeo de uma fábrica nos E.U.A., a Gotta Groove Records:

Aqui o dono comenta o espanto das pessoas ao descobrirem que ele ainda fabrica discos de vinil, ao que ele responde: “sim, ainda fabricamos e o vinil está voltando mais forte do que nunca“. Essa tendência também pode ser observada no mercado internacional e não somente no mercado de música eletrônica, onde já encontramos diversos artistas lançando em vinil edições especiais de seus álbuns. E para provar que a tendência chegou também à área do design e tecnologia, vejam esses 2 gadgets que, apesar de não serem voltados para DJs profissionais, podem vir a propiciar uma boa diversão para o público em geral, contribuindo para que a cinquentenária mídia comece a ganhar popularidade mias uma vez.

Vinil Tocado na Própria Embalagem

Uma empresa de design especializada em aparelhos de som inventou uma embalagem para disco que faz com que o vinil  dispense qualquer aparelho para ser tocado. Funciona assim: feita de papelão, a embalagem vem com uma agulha acoplada que, quando fechada, mantém-se longe do vinil, para que ele não seja riscado. Ao abrir a embalagem, ela é “estendida” e a agulha encosta no vinil, como em um rádio. O suporte mantém a parte de baixo do disco longe do papelão, permitindo a rotação. O ouvinte é que deve fazer este trabalho de girar o vinil e a sugestão é que um lápis colocado na parte central do disco ajude nesta tarefa. A agulha “lê” as músicas e os sons são vibrações amplificadas pela própria caixa de papelão. A idéia é que os músicos que ainda lançam discos comecem a utilizar estas embalagens para que seus fãs ouçam suas músicas na hora da compra.

 

Acessório Toca Vinil no Computador

O americano Charlie Pyott elaborou o Linos, uma espécie de “braço” mecânico que se conecta ao computador por USB e lê qualquer tipo de disco. O acessório pode ser apoiado em qualquer superfície plana e o disco que será lido é colocado no centro do equipamento. O tamanho é ajustável, ou seja, serve para ler tanto os vinis quanto os ainda mais antigos “discos bolachão”. O som lido pela agulha do aparelho é enviado direto para o computador – uma chance de digitalizar músicas que já não são mais encontradas facilmente. O conceito ainda é apenas um protótipo e não está a venda.

 

Documentário

E para finalizar, assistam esse documentário (em inglês) que aborda justamente o título deste post:

Gostou do assunto? Então leia mais sobre a história do Vinil na Wikipédia

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