Os festivais como conhecemos estão por aí há pelo menos 15 anos. De lá para cá, a vida seguiu seu curso, casais se apaixonaram, famílias se formaram e era apenas questão de tempo até presenciarmos o surgimento da primeira geração de “nativos” da música e da cultura eletrônica.
São crianças que tiveram a sorte de nascer em famílias que não limitam o entretenimento de seus filhos a opções como Xuxa, Galinha Pintadinha e afins. Ao contrário, é cada vez maior o número de casais que fazem questão de continuar aproveitando o melhor da música eletrônica, mas agora, na companhia de seus rebentos.
Para quem está do lado de fora isso pode parecer uma grande loucura. E convenhamos, não é em qualquer festa que você levaria seus filhos. Mas nos eventos certos isso se torna uma agradável realidade e o contato com a diversidade cultural, a música, os malabares e as mais variadas atividades lúdicas acabam exercendo um efeito extremamente benéfico para o desenvolvimento físico e intelectual da criançada.
Seguindo esse pensamento, festivais como o Universo Paralello e o espanhol Sonar criaram seus próprios espaços para os pequenos. No UP temos o espaço Circulinho. Já o Sonar criou uma edição exclusiva, o Sonar Kids.
São iniciativas que tendem a se popularizar, tornando cenas como essas cada vez mais comuns:
Contato com a diversidade cultural desde cedo. A gente vê por aqui.
Admita, você já estampou esse mesmo sorriso no rosto em alguma festa.
… e mais uma vez, o futuro da música eletrônica está garantido.